
Exposição:
Olhares do Afeto
Série Outros Fios
"O uso sincronizado de suas experimentações fotográficas cria imagens e identificações que interferem na compreensão da realidade efetiva e afetiva, mesclada pela emoção transmitida por intermédio de sua ancestralidade lituana com a sua vivência brasileira. O fascínio sensorial destes dois países – que para Helena Kavaliunas são só aparentemente/ geograficamente distantes, estão presentes nas idealizações da artista. Transformados em linguagens poéticas imprimem visualizações que potencializam imageticamente a beleza das cores, luzes e formas da Lituânia e do Brasil."
Prof. Dr. João Spinelli
Historiador e crítico de arte
Exposição:
Olhares do Afeto
Série Passagens
"Passagens: uma metáfora que reitera o desenvolvimento padronizado das cidades contemporâneas que não pretendem eternizar as luzes nem as sombras das pessoas que por ali circularam, muito menos preservar a solidez estrutural conquistada pelas inumeráveis experiências humanas de troca. O que sobra nas fotografias de Helena Kavaliunas são os fragmentos criados pelo seu olhar sensível que acredita ser possível entender a fotografia como um registro poético que pode expressar a tessitura evocativa da memória de um mundo aparentemente desordenado."
Rubens Fernandes Junior
Pesquisador de fotografia, Diretor da Facom-FAAP (Faculdade de Comunicação -
Fundação Armando Alvares Penteado)
Exposição:
Olhares do Afeto
Série
Olhares
"Sua instalação “Afetos do olhar: São Paulo - Vilnus” reúne um repertório visual imagens de registradas no Brasil e na Lituânia. Fotografa fragmentos da paisagem urbana degradada ou de edifícios arruinados, buscando identidades formais nas duas situações. Helena projeta cerca de quarenta fotografias nas quatro paredes laterais de um cubo de 3 metros de lado, de modo que ao se sobreporem, as imagens se mesclem, criando situações híbridas em que cenas lituanas e brasileiras se confundam."
Profª. Dra. Maria Izabel Branco Ribeiro
Diretora do Museu de Arte Brasileira FAAP
Exposição: Olhares do Afeto
"A presente exposição conta a história da relação orgânica de Helena Kavaliunas com sua cidade, e do encontro – tanto no entorno brasileiro quanto em terras distantes – com uma pulsão de vida insuspeita nos “detalhes invisíveis” do cotidiano, que, garimpados pelo olhar diferenciado da artista, se mostra na potência de finos arames entrelaçados mantendo de pé uma pilha de pedras ou na luminosidade acolhedora que encoraja o corpo a se aventurar por quaisquer passagens."
Juliana Monachesi
Crítica de arte


































































































